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Um plástico feito de DNA e óleo vegetal pode ser o mais sustentável já desenvolvido e pode ser usado em embalagens e aparelhos eletrônicos. Requer pouca energia para ser fabricado e é fácil de reciclar ou decompor. É feito de óleo de salmão e esperma.
Os plásticos tradicionais são ruins para o meio ambiente porque são feitos de petroquímicos não renováveis, requerem uso intensivo de energia e produtos químicos tóxicos para serem fabricados e levam centenas de anos para se decompor. Apenas uma pequena parte deles é reciclada, e o restante vai para aterro, incineração ou polui o meio ambiente.
Ele é criado a partir de fitas curtas de DNA, a substância que carrega o código genético e que forma uma estrutura de dupla hélice torcida dentro das células vivas. Os pesquisadores obtiveram sua matéria-prima do esperma do salmão, embora quase todos os seres vivos sejam uma fonte potencial.
Essas fitas de DNA se combinam com um produto químico derivado de óleo vegetal, que une as fitas. Isso produz uma substância macia e maleável, conhecida como hidrogel, que pode assumir diferentes formas com o auxílio de moldes.
O gel é então liofilizado, o que remove a água e faz com que ela solidifique. Os pesquisadores fizeram vários objetos com sua técnica, como um vidro, um prisma triangular, peças de um quebra-cabeça, um modelo de uma molécula de DNA e uma peça em formato de haltere. Eles então reciclaram esses objetos mergulhando-os na água para transformá-los novamente em um gel que poderia assumir novas formas. O novo plástico foi desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Tianjin (China).
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