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Em relação ao mercado do milho, a B3 apresentou novamente leves recuos, enquanto a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima produção total em 113,05 milhões de toneladas. “Em contrapartida aos efeitos severos da seca no sul, a Conab projetou, no dia de hoje, que o Brasil ainda pode ter uma safra significativa, em vista dos bons avanços de plantio na safrinha”, comenta a consultoria.
“Para a entidade, O Brasil pode produzir um recorde de 113,05 milhões de toneladas de milho nesta temporada de 2021/22, se a persistência do fenômeno climático La Niña não causar problemas relevantes na segunda safra do cereal, que está sendo bem plantada. Na B3, que seguiu novamente o rumo do dólar, cujo valor de fechamento foi de baixa de -0,08%, com cotação de R$ 5,1669. No fechamento de mercado, as cotações apresentaram a seguinte disposição: o vencimento março/22 era cotado à R$ 96,80 com baixa de 0,15%, o maio/22 valia R$ 93,95 com queda de 0,41%, o julho/22 era negociado por R$ 88,43 com desvalorização de 0,25% e o setembro/22 tinha valor de R$ 90,60 com perda de 0,06%”, completa.
Em Chicago o milho volta a subir levemente, com boas exportações norte-americanas. “A cotação do milho para março22 fechou em alta de 0,23% ou 1,50 cents/bushel a $ 648,50. A cotação de julho22, importante para as exportações brasileiras, fechou também em alta de 0,39% ou $ 1,50 cents/bushel a $ 643,25”, indica.
“A evolução das condições climáticas na América do Sul continua a chamar a atenção. Na Argentina, os lotes de segunda safra estão entrando em uma fase crítica de definição de produtividade, aguardando a chegada de novas chuvas. Exportações semanais em linha com as previsões, mostrando boa atividade. Perdas para ganhos limitantes brutos”, conclui.
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